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O protesto da Pin up Sara Winter e a Marcha das Mulheres


A poeira baixou? Bem somente agora vou postar sobre este assunto.
Na verdade acredito que temos uma visão muito fechada sobre o que significa protesto, já que escolhemos mal nossos representantes políticos e acima de tudo , votamos e nem segue acompanhamos o que eles fazem por nós durante os anos de mandatos enfim...

Lembro-me de mim com a cara pintada, na praça do ferreira aqui em Fortaleza, gritando durante todo o dia: Fora Collor! Fora Collor! Minha mãe quase infartou, meu pai quase me dá uma surra. Mas vencemos! E o sabor de todo o protesto, das roupas pretas, e da tinta verde amarela na cara  não tem preço! 
Agora vamos ao ocorrido kkkk
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Sara foi para a Ucrânia protestar sem roupa e acabou presa,

 Acompanhada por uma ucraniana, Sara Winter pintou o corpo e protestou durante a Eurocopa.

Muito se falou sobre o assunto, muitas críticas, muitos elogios. Enfim...
Acompanho sempre o perfil de Sara Winter no Face e ela se inspira no estilo Pin up.
O grupo Femen: as militantes feministas que ficaram famosas por protestarem de seios de fora pelos direitos das mulheres.  Na Eurocopa, os protestos das mulheres de topless contra o turismo sexual estão chamando tanto a atenção quanto o futebol. Elas são integrantes do grupo Femen, que surgiu em 2008, na Ucrânia, e acaba de ganhar um reforço brasileiro: a paulista Sara Winter, de 20 anos.

“Fiz um protesto aqui durante a virada cultural. Elas viram, acharam o máximo e me convidaram. Minha família é bem conservadora. Mas sei que eles apoiam de coração. Eles têm muito medo do que pode acontecer comigo, do que pode ser do meu futuro”, conta.
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Sara é a primeira integrante do Femen Brazil, braço nacional do grupo de mulheres ucranianas que usa o topless como forma de protesto. A partir de julho, ela começa aqui o que as ativistas europeias fazem por lá há quase dois anos. Vai exigir, entre outras mudanças, o fim do turismo sexual. O método é empunhar cartazes em eventos cobertos pela mídia e, para atrair os cliques dos fotógrafos, tirar a roupa e mostrar os seios. Leiam a Entrevista aqui Marrie Claire 
“Nunca saí do Brasil. Nunca imaginei que o primeiro país para o qual eu fosse seria a Ucrânia”, comentou.
Comentem!!



O protesto dividiu opiniões. Muitos acham que foi apenas para aparecer, outros argumentam a dificuldade que é estar em 2012 e ainda ter que enfrentar tudo em prol de uma causa.
Eu achei muito interessante, pois não vi ninguém debatendo o Turismo Sexual que está em todo nosso país! Mas Julgar a menina que mostrou os seios todo mundo  faz ! A causa é nobre, difícil, e ainda veremos muitos capítulos viu!
Vou falar de um protesto feito por Cearenses que foi comentado na mídia .
  Manifestantes mostram os seios durante a “Marcha das Mulheres”o protesto aconteceu no dia 18 de junho na Cúpula dos Povos, no Aterro do Flamengo – evento paralelo ao Rio+20.
Das milhares de mulheres que protestaram e defenderam suas bandeiras nos primeiros cinco dias da Cúpula dos Povos, uma em especial angariou a atenção do público. Estudante de história na Universidade Federal de Alagoas, a cearense Brígida de Souza, mais conhecida como Riquezinha — um apelido que não lhe agrada muito — se tornou, sem querer, a musa do evento. A nomeação involuntária ao posto aconteceu depois de a moça de 22 anos, homossexual assumida, ter sido flagrada desfilando com os seios à mostra durante a Marcha das Mulheres, manifestação que fechou as ruas do Centro da cidade.
Cerca de cinco mil mulheres participaram da “Marcha das Mulheres”, manifesto a favor da igualdade entre mulheres e homens. No clima da Rio+20, elas pintaram o rosto e usaram o que tinham em mão, como garrafas plásticas, vasilhas e baldes como tambores, para lutar pela igualdade social, de salários e cargos.
A manifestante faz parte do Tambores de Safo, grupo de percussão formado por mulheres de Fortaleza que promove intervenções político-culturais a partir de uma consciência negra, feminista, lésbica e bissexual. Brígida divide seu tempo entre a faculdade e a luta feminista em prol das lésbicas e das mulheres negras, batalha em que está envolvida desde pequena, quando sua mãe – que sofria violência domestica – se aliou ao Fórum Cearense de Mulheres e levou o movimento feminista para dentro de casa.

Brígida faz parte do Tambores de Safo (em homenagem à poetisa grega) e divide seu tempo entre os livros de faculdade e a luta feminista em prol das lésbicas e das mulheres negras. Surpresa com a repercussão do topless, a estudante preferiu andar nesta terça-feira pelo Aterro do Flamengo, onde o evento acontece, com os cabelos presos por uma boina e com óculos escuros:
— Algumas pessoas vieram falar comigo, mas não levei cantada nem dei autógrafo — brinca — De qualquer forma achei positivo o resultado porque chamou atenção para a causa feminista. Na verdade, não programamos tirar a blusa. Estava fazendo muito calor e um homem que estava do nosso lado tirou a camiseta. Me perguntei: por que ele pode e eu não posso? Por que sou mulher? — questiona ela.
Com informações de O Globo
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Recomendo a Leitura da Coluna do André Forastieri Jornalista

Viviane Araújo e Sara Winter: machonas ou feministas, as mulheres querem o mesmo 

e o vídeo abaixo.

Leiam mais sobre o assunto e tirem suas eu disse suas conclusões! Comentem!

Danilo Gentili bate um papo com Sara Winter, a primeira brasileira integrante do grupo feminista Femem.
Fonte: Site Fantástico, Fotos Facebook Sara e Google Imagens, Marrie Clairee Blog Peito Aberto

3 comentários

  1. Conforme comentei no Facebook:

    "Muito interessante a manifestação. Em certo sentido discordo dos preceitos feministas, mas não se pode negar que a contribuição que tais protestos almeja (e pode gerar) são significativas."

    Aproveito para explicar também o porquê de certa antipatia com o feminismo. É nítido que esse movimento contribui muito para a expansão da mulher e manutenção de seus direitos. Entretanto, hoje em dia, os argumentos usados são fúteis e sem muito alcance. Alguns protestos realmente possuem algum alcance (como me parece ser o caso desse), entretanto, outros só servem para ser motivo de riso diante da opinião pública (e isso vale em geral, não só ao que se refere ao feminismo, mas também algumas outras marchas inapropriadas.)

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  2. Conforme comentei no Facebook:
    "Muito interessante a manifestação. Em certo sentido discordo dos preceitos feministas, mas não se pode negar que a contribuição que tais protestos almeja (e pode gerar) são significativas."

    Mas aproveito para explicar também o porquê de certa antipatia com o feminismo. É inegável a contribuição que o movimento acarretou, essencialmente com a emancipação da mulher e seus direitos. Entretanto, hoje em dia, muitos dos movimentos por essa causa se tornaram fúteis e sem valor. Aliás, digo isso em relação às manifestações públicas em geral. Muitas (incluindo essa a qual a Sara Winter se vinculou) são significativas e possuem algum alcance. Porém muitas outras se tornam apenas motivo de riso para a opinião pública, desvalorizando ainda mais o que quer ser reivindicado.

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  3. Quando eu vejo certos tipos de comentários em protestos, e manifestações como essas de Sara Winter, ou de outras marchas feministas, é aí que se percebe, como esses movimentos são NECESSÁRIOS. Vivemos uma falsa liberdade, onde a mulher o que quer que faça será sempre sub julgada.

    O Femen combate o turismo sexual, (evidenciado em grandes eventos esportivos) isso não quer dizer que eles são contra as prostitutas e o mercado do sexo. O que acontece é que muitas mulheres são sequestradas, tiradas de seus países de origem (muitas brasileiras inclusive)levadas para outros países onde são presas, escravizadas, torturadas, drogadas e obrigadas a trabalhar com prostituição. Isso não é humano! Até quando isso vai durar? E aí quando vemos alguém que tem a coragem de por a cara a tapa como a Sara, muitas mulheres ainda se acham no direito de criticar... Isso sim é revoltante!
    As pessoas hoje em dia leem mas não compreendem. Temos informação mas não sabemos filtrar. Basta uma rápida busca no google pra achar informações sobre qual é a real do Femen. Tão simples mas pra alguns parece ser tão difícil.

    E para o que criticam o fato do protesto ser com o seio nu, eu digo: Porque o corpo da mulher é considerado um insulto? Como o mesmo colo que dá amor, carinho, alimenta, pode se tornar tão feio quando o cenário muda?
    Acredito que emancipação feminina não é a mulher não se despir para não ser tachada como "vulgar" ou "objeto sexual", emancipação de VERDADE, é a mulher poder ESCOLHER se despir ou não, e não ser julgada por isso, ponto.

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